O Servo dos Santos, enquanto procura especializar-se nas varias mansões, não deve por limites ao seu serviço à Santa Igreja Católica, mas extender-se, com o espírito e a obra, a todo campo e ministério sacerdotal, segundo o beneplácito dos Sacros Pastores.
2.MASCULINIDADE.
Todavia o Servo dos Santos, embora não exclusivamente, mas mesmo diretamente aplica todo o seu serviço extra-sacramental ao mundo masculino, não deixando nenhuma idade e condição, mesmo com preferência às classes humildes e à primeira juventude.
3. LABORIOSIDADE.
Para tornar-se mais útil a Congregação habilita e tem exercitado todos os sócios, seja clérigos, seja leigos, no trabalho manual não menos que no trabalho intelectual, e contrario, de forma que todos e cada um em particular vivam uma intensa laboriosidade mista, mas com são equilíbrio físico e moral.
4.GRATUIDADE.
Com o trabalho manual produtivo, o serviço dos Santos deve providenciar à manutenção dos sócios e das obras, para poder prestar o seu serviço espiritual à Santa Igreja, com verdadeiro desinteresse e gratuidade, muito mais, pois quando e onde a Divina Providencia move em seu favor a beneficência do próximo.
5. PRATICIDADE.
O Servo dos Santos deve marcar de romana praticidade toda a sua doutrina e a sua ação, evitando todo o luxo de superfluidade e aproveitando, naquele, as conclusões aprovadas pelos estudos dos doutos, nesta, as experiências consagradas pelo uso dos séculos e pelos sucessos dos Santos.
6.ADAPTABILIDADE.
O Servo dos Santos como deve ser tenacissamente apegado ao uso dos vários meios maiores quais são os Sacramentos, a oração e o multiforme ministério da palavra, assim na escolha e no uso dos meios menores, que são todos os demais, mesmo sem volubilidade, deve ser fácil a se adaptar a todas as circunstancias.
7. FESTOSIDADE.
O Servo dos Santos deve encher-se de uma indomável alegria que se revele em todas as suas maneiras cordialmente alegres, para melhor vencer as influencias do espírito do mal e melhor servir à santificação universal, que é a obra do Espírito Santo de Deus Consolador.
8. COMBATIVIDADE.
O Servo dos Santos deve sempre lembrar-se do estado de vida e da condição de militante em que está o mundo presente, para que nunca desista de tender para o mais e para o melhor, nos progressos espirituais, e sem nunca limitar-se à defensiva na luta para o Reino de Deus.
9. SOBRENATURALIDADE.
Mas acima de tudo o Servo dos Santos deve sempre elevrar-se e manter-se e aperfeiçoar-se no sobrenatural, em tudo vendo Deus, em tudo tendo como centro Deus, em tudo tomando os movimentos de Deus e recolocando toda a sua vida e ação na piedade integral, que é somente útil a tudo.
10. SILENCIOSIDADE.
O Servo dos Santos se interdiz absolutamente qualquer forma de publicidade a respeito das suas obras, devendo bastar, no caso, a luz dos fatos, para não faltar à simplicidade e à fidelidade com que deve servir o próximo e glorificar só a Deus, nos Seus santos e no Seu Clero.
Extraido do Livro Ascensão.
Extraido do Livro Ascensão.
