
O silêncio da noite ia desaparecendo e enquanto isso os pássaros a cantar alegravam o amanhecer; a luz do sol invadia livremente a janela do casebre, lentamente os raios solares adentravam pelas lacunas de uma simples janela de madeira. Via-se ali uma humilde casa que ficava escondida entre belas serras. Quando no alto do telhado o galo cantava, todos se levantavam para mais um dia desfrutar; naquela simples janela surgiu uma bela jovem, com semblante tão sereno que se igualava à serenidade do amanhecer. Ela olhava para as árvores, para as serras, para tudo o que os seus sensíveis olhos poderiam enxergar, era como se tudo fosse uma novidade para ela, como se nunca tivesse visto um amanhecer. E olhando para o céu, traçou na parte superior do seu corpo um sinal que demonstrava a religiosidade e a fé que habita em seu simples coração.
Por Wilson Lima ,sdv
(Religioso Vocacionista)
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